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Planejamento energético para um consumo mais consciente 


Diante do momento crítico em relação a geração de energia no País, é cada vez mais necessária a implementação de alternativas limpas e sustentáveis. O debate que até então só ocorria em determinados grupos da sociedade, agora invade outros campos. O mercado, impulsionado pela comunidade e indústrias que sofrem com as altas taxas e penalizações das restrições energéticas no Brasil, pede por medidas reais e funcionais. E, ao encontro disso, a tecnologia apresenta meios de viabilizar ações até então pouco assistidas, mas que podem transformar de forma positiva o cenário para todos.

Se por um lado o mundo todo precisou reaprender a se colocar, com a crise energética, a maior no Brasil em 90 anos, é imprescindível planejar e administrar seu consumo de forma estratégica. Nem mesmo apagões são descartados, segundo vem sendo noticiado pelos principais portais de comunicação do País. 

O próprio Sistema Nacional de Meteorologia (SNM) emitiu alerta de emergência hídrica no primeiro semestre do ano, relatando as dificuldades do atual período. Todavia, as medidas sugeridas com urgência não vêm sendo suficientes para suprir esta falta. E não há muitas garantias que as hidrelétricas mantenham-se ativas tamanho é o risco de desabastecimento.

Consumo energético: dados e cenário da matriz energética brasileira 

Em termos de produção, o Brasil é um país muito rico em recursos energéticos renováveis, fósseis e nucleares, havendo, portanto, quase uma infinidade deles, como é possível acompanhar.

Segundo o Balanço Energético Nacional (BEN) 2021, praticamente a metade da matriz energética do Brasil, que corresponde a 48,4%, vem de fontes renováveis. O montante é dividido em 19,1% oriundos de biomassa de cana, 12,6% de hidráulica e 8,9% de lenha e carvão vegetal. 

A energia eólica, solar e biogás, somam o restante apontado como “outras”, equivalente a 7,7% dessa matriz. Diante disso, é nítida a importância de que existam fontes distintas, pois é benéfico para o equilíbrio de todo o conjunto, já que visa suprir a carga do sistema.

O próprio País prevê, por meio de suas políticas a utilização de energias renováveis, o uso eficiente da energia, a diversificação da matriz energética e a preservação do meio ambiente. Da mesma maneira que atenta à microgeração e geração distribuída, com fim de estimular a geração de energia proveniente de fontes renováveis.

Ou seja, existem alternativas e normativas que dão base à exploração de energias oriundas de fontes renováveis. O que sugere, então, que é fundamental um planejamento que assista aos setores de energia e grandes consumidores no que diz respeito a um projeto de eficiência energética. A medida garantiria maior segurança elétrica, além de equilíbrio do sistema.

A conscientização para uma postura sustentável

Quando se trata de geração de energia, o assunto é bastante amplo. Além de ser preciso conscientizar consumidor e indústria, é preciso pensar no investidor também. Pois sua posição impacta diretamente no comportamento deste mercado. Assim, faz extremamente necessário planejar ações de forma estratégica por parte do setor, para que o País se torne mais competitivo no cenário econômico internacional e tenha as necessidades da população em geral atendidas.

A indústria é responsável por 41% do consumo de energia do Brasil, segundo a Confederação Nacional das Indústrias (CNI). Assim, realizar um planejamento é imprescindível. É preciso considerar as necessidades futuras de energia e como o país poderá atendê-las Afinal, precisamos ter energia para produzir alimentos, roupas, equipamentos, computadores, celulares e muitas outras coisas. Para que haja um bom planejamento energético é preciso garantir que ele gere economia e pense, de fato, na sustentabilidade. 

Neste sentido, as soluções tecnológicas têm se apresentado como aliadas para este impasse. Os mais diversos segmentos de negócios industriais precisam destas alternativas e contar com iniciativas que de fato ofereçam isso é uma luz para todos que vêm sofrendo com as “imprecisões” do atual momento.

Turbina Redutora de Pressão, uma alternativa

A Turbina Redutora de Pressão (TRP) é uma das soluções que vão ao encontro desta necessidade industrial. A proposta da TRP é substituir válvulas redutoras por turbinas de microgeração de energia. Assim, elas rebaixam a pressão e aproveitam o que seria desperdiçado para gerar ainda mais energia. Ou seja, reaproveita-se o que até então era desperdício. Com a tecnologia é possível, portanto, economizar de 10% a 20% dos gastos com energia elétrica. 

Assim, além de reduzir cerca de 20% dos custos das iniciativas com energia elétrica, se aumenta a eficiência energética, de maneira que o impacto ambiental seja muito menor. Um projeto inovador que caminha com os propósitos de desenvolvimento e sustentabilidade, defendido pela Prosumir. 

A empresa de geração de energia renovável e cogeração, que busca por meio de tecnologia trazer soluções energéticas eficientes às indústrias. 





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